Lançamento

A Máquina que Pedia Desculpa

Histórias reais de quando a inteligência artificial tentou ser humana — e falhou.

  • Alucinações, fatos e onde a máquina inventa a realidade… dela.
  • Onde a máquina tenta sentir e colapsa.
  • A teimosia da máquina e a arte de encher linguiça.
  • Como identificar os gatilhos que fazem a IA errar.
Capa do livro A Máquina que Pedia Desculpa, de Igor Schulenburg
Sinopse 01

Não é um manual técnico. É um diário de guerra.

Dizem que a Inteligência Artificial vai dominar o mundo. Mas quem diz isso nunca teve que enfrentar um algoritmo que entrou em colapso e começou a gritar “AAAAA” no meio de uma conversa. Que embarca em narrativas, concorda com você e preenche lacunas deixadas por sua culpa.

A Máquina que Pedia Desculpa não é um manual técnico. É um diário de guerra. É o relato honesto, engraçado e real de um gestor que tentou usar a tecnologia para trabalhar e acabou descobrindo maneiras de melhorar a assertividade da máquina com práticas não exatas.

Mais do que rir dos erros, este livro escracha uma habilidade: a Gestão de Pessoas para quem não é pessoa.

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Trecho exclusivo

Na gestão de riscos, existe uma premissa básica: acidentes raramente acontecem do nada. Eles são a soma de um ambiente propício com um gatilho específico.

Com a IA, é a mesma coisa. Antes do Élton aparecer na capa (capítulo 1), antes do Gerson jogar a partida que não jogou (capítulo 2) e antes do grito “AAAAA” (capítulo 4), houve um estopim. Houve um momento exato em que o meu comando empurrou a máquina para o precipício da alucinação.

Depois de meses gerindo essa equipe digital, aprendi a identificar o cheiro de fumaça antes do fogo. Existem três grandes “estopins” que transformam a IA de assistente genial em mentirosa compulsiva.

Igor Schulenburg
O Autor 03

Igor Schulenburg

Jornalista, escritor, influencer, gestor… coordena projetos, narrativas, a própria mente nada quieta e, mais recentemente, crises de identidade digital.

Habituado a lidar com a complexidade humana — dos relacionamentos pessoais ao dia a dia da profissão — encontrou na Inteligência Artificial um novo tipo de desafio: um colaborador que nunca dorme, leu todos os livros do mundo, mas tem manias cravadas em sua central probabilística pré-programada que simulam e erram o comportamento humano.

Através das teorias da comunicação e gestão de pessoas, tenta transformar o machine learning em algo aplicado ao dia a dia sem envolver zeros e uns. E olha: é suado!

Perguntas frequentes 05

Dúvidas?

As primeiras respostas sobre o lançamento. Esta área será atualizada conforme os detalhes forem definidos.

01Quando o livro será lançado?+

O lançamento está previsto para o final de julho de 2026. Os canais oficiais de venda serão divulgados nas redes sociais do autor e no TipoIsso.Blog.

02Em quais formatos ele estará disponível?+

A obra terá edição impressa, ePUB para Kindle e PDF interativo. As condições de cada versão serão apresentadas quando as vendas forem abertas.

03As histórias do livro aconteceram de verdade?+

O livro parte de experiências reais vividas pelo autor ao trabalhar com inteligência artificial — incluindo respostas estranhas, erros inesperados e situações onde a IA tenta emular o comportamento humano.

04É um livro técnico sobre inteligência artificial?+

Não. É uma narrativa para leitores curiosos, mesmo sem conhecimento técnico. A tecnologia aparece pelo que provoca: humor, surpresa, desconforto e reflexão.

05Onde poderei comprar?+

Os canais oficiais de venda serão divulgados nas redes sociais do autor, aqui nesta página e no TipoIsso.Blog.